23 julho 2009

O que me alegra...

É uma doce sensação saber que as pessoas, mesmo estando tão longe, passeando, vendo coisas lindas e se divertindo, em algum momento pararam e lembraram da gente e que, por causa disso, resolveram fazer um agrado. Saber disso é muito mais importante do que qualquer presente. Mas devo salientar que o presente em questão é a coisa mais fofa do mundo!!

O que me deixa triste...

Pessoas com síndrome de Deus. Se atribuem mais importância do que de fato têm. E olham as pessoas de cima, como se não fossem iguais. Pessoas que não se compadecem com o sofrimento alheio, que endureceram e perderam a ternura e que não conseguem, por um momento sequer separar-se de seu egoísmo crônico. Me entristece ainda mais que eu não tenha coragem, algumas vezes, de bater de frente com elas e comprar a briga.
"Seja a mudança que você quer ver no mundo"(Gandhi).
Hoje eu não fui. Mas serei.
Questão de honra, ideal e aprendizado.

O que esqueci...

Ontem esqueci de falar do menino ranhento junto de mim.
Era mais um dia como qualquer outro. Acordei cedo, reclamei, choraminguei como se a água viesse do Alasca, embora fosse quente, me arrumei lentamente e fui para o ponto esperar o ônibus, que não tem a pontualidade britânica, por isso passa a cada dia no horário que bem quer. O famigerado buzu chega. Lugares para escolher. Só sento na janela, como Romário. Ajeito o mp3 e sigo com o vento no rosto, quase esboçando um sorriso. Eis que entra uma mãe, com um bebê no colo e outro pela mão. Senta-se onde? Do meu lado. Of course. Ela parece não notar que no banco não cabem mais de 2 pessoas, por isso “acomoda” além de seu próprio corpo, o menino menor e o outro por volta dos 3 anos, este entre eu e ela. Espaçoso como só as crianças de 3 anos sabem ser (kkk) ele logo contrariou a física e mostrando que dois corpos podem sim ocupar o mesmo lugar no espaço. Eu me espremo e penso: que legal, a mãe zelosa quer os dois por perto. Além disso, não faz como muitas que privilegiam o menor e praticamente esquecem o maiorzinho. As crianças começam a tossir. Muito. O maiorzinho não se contenta em tossir; o pobrezinho começa a dar liberdade aos amigos do peito que estavam reféns lá dentro. No chão. Ao meu lado. Quase no meu pé. Ok. Sou forte para muitas coisas, mas para aquela coisa esverdeada e gosmenta, não. Nem mesmo consigo aceitar que sai de dentro da gente.
Finalmente a mamãe ursa desceu.
E eu só fui desembrulhar depois da 9h.


O que sugiro...

Se tem uma coisa que eu adoro, são as séries de TV. Já assisti as boas, as nem tanto, fui seguidora fiel, abandonei pelo caminho e por aí vai. Outro dia falo sobre isso, mas deixo aqui a sugestão:

“Everybody hates Chris”.

Uma série leve, divertida, com um protagonista excepcionalmente carismático e que ainda nos faz pensar sobre algumas coisas de modo sutil e inteligente.

Até mais!

2 comentários:

Cinthya Rachel disse...

obrigada pela visita. e escrever realmente liverta. um beijo

Paula disse...

ecaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa
é por isso q eu nao sento perto de crianças no busú! Se ela sentasse do meu lado... sairia na mesma hora. Mesmo perdendo minha janelinha! E simmm Everybody hates Chris é mtooooo bom! E descobri que 2 and 1/2 man tb!!! Enjoy it!!
Bjo