12 julho 2009

Olá pessoas...

pra variar, um post bem diversificado...ontem eu lembrei muito do filme “O curioso caso de Benjamin Button”; ele tem muitas mensagens interessantes e pode ser interpretado de diversas maneiras, mas uma das coisas que mais me chamou atenção foi o raciocínio que o personagem do titulo fez ao pensar no acidente da sua “amiga”: o que é preciso acontecer, de modo quase cronometrado, mesmo que individualmente, para que duas pessoas passem pelo mesmo lugar exatamente no mesmo momento e se cruzem? Esta pergunta sempre me intriga...não sei a resposta, acho que ninguém sabe, mas que é algo muito interessante, isso é! “Todo o universo pra gente se perder, não foi suficiente...”


Vcs já notaram como se proliferam estes programas de “reformar” as pessoas? Ok..eu sei que já comentei que uma das minhas manias silenciosas é olhar as pessoas nas ruas pensar como poderiam melhorar..mas e uma brincadeira..algo só pra mim. O que eu tôo falando aqui é desses programas onde “produtores de moda” dizem como as pessoas devem se vestir, agir etc. Ei, é impressão minha ou estão querendo padronizar as pessoas?

Outra coisa:

Existe o público e existe o privado. Idéia simples, esta, não é? Não, não é. Para algumas pessoas a linha entre estes dois ambientes não é nem mesmo tênue...é inexistente. Isso me irrita. Muito. Eu sei que o mundo não é perfeito e nem poderia ser, afinal, ele é feito por seres imperfeitos por natureza. Além disso, a perfeição é um ideal inatingível blá blá blá. Mas às vezes eu gostaria que o mundo fosse mais organizadinho...mais respeitoso etc. E aí que um dos meus (milhares) de bordões é: “no meu mundo...”

Bem: no meu mundo.... as praças de alimentação teriam as mesinhas mais espaçadas, porque, afinal, existe uma coisa chamada espaço íntimo e as pessoas precisam dele para se sentirem confortáveis. Já reparou que quando algum estranho chega muito perto de vc, dá uma certa sensação de ameaça? Pois é, ele ou ela invadiu seu espaço, seu território e isso não é legal pra ninguém.

No meu mundo...as pessoas ouviriam suas músicas ou em volume baixo ou com fone de ouvido, porque cada um tem direito a seu gosto, mas eu não sou obrigada a ouvir a música que é do gosto do outros...sério mesmo..eu garro um ódio das músicas e as bichinhas nem têm culpa...

Pra não dizerem que eu só reclamo e digo o que não gosto...tem várias coisas que amo:

- Cheiro de livros: cara! Poucos cheiros são tão bosn ccomo de livro ...especialmente novo!

- Bibliotecas antigas: eu A-M-O construções antigas, acho poético, inspirador...lindo.

- Céu no cair da tarde: os tons que se misturam...oa zul, meio lilás com o vermelho...nossa. Perfeito!

- Cheiro da madrugada: não sei explicar, mas a madrugada tem um cheiro diferente que só me remete a coisas boas...

- Fotografia: se não fosse a possibilidade concreta de um meliante qualquer arrebatar minha querida máquina fotográfica, eu não sairia de casa sem ela. Ver o mundo através das lentes da câmera é uma experiência fascinante porque, para mim, fotos são muito próximas da magia. Como é possível capturar imagens em um equipamento? Ok...eu sei como isso acontece..tecnicamente falando...mas ainda assim me fascina. Também acho incrível como algumas pessoas conseguem ter um olho clínico para certas imagens...Tá aí...Fotógrafa...eu gostaria de ter esta profissão. Aliás, não. Gostaria de ter este hobby. Sem obrigações ou prazos, apenas pra mim mesma.

- O mar: pra mim a natureza não fez coisa mais bela que o mar.

- Ir ao cinema sozinha: só eu e a tela...

Então é isso...até!

2 comentários:

Fritas disse...

"- Cheiro da madrugada: não sei explicar, mas a madrugada tem um cheiro diferente que só me remete a coisas boas..."

Cara...a Ka tava falando disso ontem...rapaz, eu nunca senti esse tal cheiro, mas pelo visto, todo mundo já sentiu...hihihi

Sim...ir ao cinema sozinha é o q há!Tb adoro!!!Se bem q grupão tb é bom, né Dona Bracho???hihihi

E ok...eu amo cheiro de sapato novo!Fato!!!Eu amooooooooooo...

Kuase Nada disse...

Depois desse post, dá vontade de fazer uma pergunta, mas vou deixar passar em nome da amizade.