15 agosto 2010

Um dia, sem querer, ela se dera conta de que era feita de fragmentos, os quais tentava a todo custo recolher e compor um todo que fizesse sentido, mas tal qual um espelho depois que se quebra, a imagem que via refletida continuava partida, dipersa, embaçada e confusa.

Nada fazia sentido, por mais que ela buscasse o fio da meada que sabia ter perdido há mais tempo do que era possível lembrar.

Onde era seu começo?

Onde seria seu fim?

Não sabia....acostumou-se tanto a viver no meio..no meio da tempestade, no meio do caminho, no meio do nada que lhe mantinha sempre a caminhar.

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