16 setembro 2010

Crônicas de um dia vazio

Olá pessoas


tudo certinho? Espero que sim!

Antes de seguir adiante (e vocês sabem que eu vou falando e não paro mais...), deixa eu lembrar duas coisinhas:

1. Eu tento, mas nem sempre lembro de responder aos comentários que vocês deixam. Sorry. Tenham certeza que isso acontece porque eu sou meio desmemoriada, mas é com enorme carinho que leio cada um. Adoro.

2. Perdoem os vícios da linguagem na internet como vc, tb etc....estou me policiando para não fazer isso. Aqui não é msn, pra que essa pressa toda? rs. Como estudante de comunicação devo ter mais compromisso ainda com a língua portuguesa, não é?

Tudo acertado, sigamos adiante:

Eu já contei pra vocês que depois dos seguidos dramas do vazamento no telhado, meu apartamento está sendo reformado, né? Pois então, depois de duas semanas soterrada pelas camadas de pó, quase me sentindo em Bariloche de tanta brancura e néboa...rs....hoje a obra chegou ao meu quarto.

O que isso quer dizer, minha gente? Que a pessoa que vos digita é uma sem teto...

Estou provisoriamente com meu QG montado na sala, entre milhares de caixas...e mais infindáveis camadas de pó. Trouxe itens necessários à minha sobrevivência, claro: sofá fofinho...livros, minhas coisitas pra fazer as unhas (sim, eu gosto de fazer minha próprias unhas...), a TV e o note...mas sabem o que eu não pude trazer? A conexão da internet! O diabo do ponto que a GVT colocou (em virtude do meu prédio ser da época das cavernas e não ter estrutura para os cabos!) é lá no quarto....e eu não posso conectar as bagaças.

Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh abstinência...se afaste de mim! Tire suas garras da minha carne trêmula e frágil.......

OK, eu não tenho pudores em afirmar minha dependência tecnológica. Fato. Agora pensem numa pessoa que liga o PC logo de manhã e verifica seus e-mails, sem demora, ter que ficar sentada, arranjando outras coisas pra fazer (tipo....estudar.....por exemplo....rs) e pensando que só vai ter net (talvez) láaaaaaaa pra noitinha?

Aff. Não sei lidar.

Acho que vou organizar meus textos, fazer as unhas, ver o que tem na sessão da tarde....sei lá...uma coisa assim.

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Pauta 2:

Eu já reclamei horrores, já chega, e para não dizerem que sou monotemática...rs....vamos mudar de pauta. Sabe a campanha que eu mencionei ontem? Pois é, esse é um problema que me incomoda há muito tempo, aliás, invasão de espaço, desrespeito ao direito do outro, pessoas que colocam os interesses individuais sempre acima do bem coletivo sempre me irritam bastante. Por isso, quando vi a campanha bolada pelo pessoal do Sul, não resisti e postei aqui.

Mas fato é que eu quero mesmo levar isso adiante....promover uma campanha aqui em Salvador, mas não posso usar a ideia de outras pessoas como se fosse minha, né povo? Respeito..oi? oi?

Entonces...eu entrei em contato com os idealizadores e aguardo retorno. Quando isso estiver resolvido, vcs terão notícias por aqui, inclusive de como apoiar, pois creio que essa prática bizarra da música alta no ônibus acontece em muitos lugares, né? Além disso, eu pensei em expandir a campanha...e na verdade promover um movimento contrário à poluição sonora, em qualquer ambiente. Eu trabalho em um hospital e vcs acreditam que na enfermaria há essa prática?! Creiam! Já estou bolando algo pra lá tb.

Então, enquanto aguardo o retorno, mobilizo meus amigos e vários já estão interessados; se alguém daqui tb se interessar, pode entrar em contato, com sugestões, dicas etc, ok.

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Pauta 3:

Mais uma vez tentarei entrar no recessionismo fashion, este movimento que já está aí há um tempo...que na verdade é um nome novo pra uma coisa bemmmmm antiga, afinal, quem nunca reciclou, reaproveitou ou trocou uma roupa porque estava sem grana pra ficar seguindo as últimas tendências da moda?

Eu não sou uma pessoa muitooooo esbanjadora, mas fato é que eu poderia poupar bem mais....eu gosto de comprar, não vou mentir pra vcs, mas a gente sempre pode aprender a controlar e orientar os gastos, né? Mais que isso, a gente sempre pode aprender pra onde direcionar os gastos. Quantos coisas a gente deixa de fazer ou adquirir por que diz que não tem grana, mas olhando direitinho, se cortasse uns excessos, se pensasse melhor, poderia fazer até mesmo com folga? Esse é bem o meu caso. Eu reclamo que não tenho carro, que gostaria de fazer viagens (vai que eu não consigo virar BFF do Zeca Camargo?), mas o que de fato faço em prol disso?

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Pauta 4:

Em outubro eu retorno à faculdade para cursar minha última disciplina que é na verdade a elaboração da monografia. Na iminência de mergulhar nesse mundo de estudos e reflexões, eu ainda tô pensando numa seleção de mestrado e em concurso público.

É, como diz Clarice: eu sou uma pergunta. rs.


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Pauta 5:

Hoje no programa Sem Censura (adorooooooooo) entre os vários temas (franquias, novas mídias etc) apareceu um debate sobre sorte e inteligência: o que seria, se existiria, quais as formas de medir, pra que medir etc.

Além de notar que o autor de um livro que se propôs a desmistificar a ideia de QI era extremamente antipático, não deixava ninguém falar e cortava as pessoas...eu achei a discussão bem interessante.

Particularmente eu acredito em sorte, em inteligência e em trabalho duro. As 3 coisas, de modo indissociável. Um dos convidados disse que não acreditava em sorte, mas sim em ver as oportunidades e aproveitá-las. Eu discordo. Ok, a pessoa precisa saber o timing de saltar no bonde em movimento, mas também certas situações, que poderíamos chamar de coincidência, que me deixam intrigada! Ir ou não a um lugar....sair 10 min antes ou 10 min depois pode fazer toda a diferença sobre as pessoas que você encontra, as experiências que vive e as consequências destas.

Sobre a inteligência, o autor afirmava que poderia ser aprendida, que dependia do tipo que estímulo que as pessoas recebiam desde criança etc e que seria mais adequado falr de aptidão. Ok, concordo, em parte. Eu acredito na capacidade humana de aprende e s adaptar, mas também acredito que há pessoas cuja forma de raciocínio está a anos luz das outras!

Por fim, um convidado tocou num ponto que eu venho pensando desde que resolvi fazer outra graduação. Ele citou Da Vinci como exemplo de alguém que fazia milhares de coisas ao mesmo tempo e ninguém achava isso estranho, ao contrário, era comum ter várias atividades, várias profissões, atuar em várias áreas.....mas hoje em dia quando eu falo que terei duas profissões, algumas pessoas não ocnseguem conceber isso. Perguntam qual vou abandonar.....pra que fiz outra graduação etc.

Além do desprezo pelo conhecimento, quem disse que eu preciso me ater a uma só coisa? Quem disse que eu gosto apenas de uma área de conhecimento? As pessoas se limitam tanto. Um pena. Daí que este convidado falou de uma nova geração emergindo, ocupada em fazer mais de uma coisa ao mesmo tempo, seja por falta de grana, estrutura ou vontade de ir além. Eu achei isso fascinante.
É isso. Até mais!

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