Hoje
é dia de Irmandade da Adaga Negra! \o/ Quando eu programei a resenha para hoje, nem havia me dado conta de que seria o Dia do Amigo. Lembrando disso, resolvi editar o post e incluir uma promoção, afinal, nada mais adequado do que comemorar este dia com o sorteio de um livro que traz uma das amizades mais bonitas que já vi: Butch e Vishous. Então, vamos lá!
PROMOÇÃO DIA DO AMIGO
COM A IRMANDADE DA ADAGA NEGRA:
É simples. Basta preencher o nosso velho conhecido formulário do Rafflecopter; a única opção obrigatória é seguir o blog, mas, vocês ganham entradas extras cumprindo as demais tarefas! :)
ATENÇÃO: nessa promoção há a opção de deixar comentário nesse post, mas fiquem atentos, pois o comentário, para ser válido, deve se referir à resenha e não se resumir à "gostei", "vou ler", "bacana" ou o tão comum "participando", ok! Além disso, cuidado, tweetem com moderação! :)
a Rafflecopter giveaway
Como
esse é o livro dedicado ao meu personagem favorito, o Vishous, seria esperado
que eu dissesse que foi o livro da Irmandade que mais gostei. Mas, eu estaria
mentindo e isso pelo simples fato de que não consigo decidir se gostei mais de
Amante Liberto ou Amante Reveleado! Como falei no vídeo, para mim, esses dois
livros funcionam como se fossem um mega livro, que precisou ser dividido para
não ficar assustadoramente gigantesco. Portanto, ficam no mesmo patamar, ou
seja, adorei os dois!
Gosto
muito dessa ideia da Ward de dedicar um livro a cada Irmão, pois assim podemos
conhecer melhor a história e entender suas ações e motivações; muitos livros
pecam nesse ponto, porque nem nos dão tempo e/ou oportunidade de conhecer o
personagem. O resgate da história do V. foi um dos pontos altos, afinal, a
autora não economizou sangue, brutalidade ou sordidez. Sim, o pai de Vishous,
Bloodletter (adoro esse nome!), é mais vilão que o Ômega!
Toda
vez que eu leio um livro da Irmandade, apesar de ser fã da saga, fico meio chocada/incomodada
com o apaixonamento relâmpago dos caras. É uma coisa no estilo: olhou, gamou.
Como entender isso?!
Pra mim, a solução foi a seguinte: não dá pra pensar nas histórias mantendo os pés no nosso mundo. “Se você foi ao inferno, abrace o capeta”, meu bem! Os vampiros, especialmente os da Irmandade, são um conjunto de força, charme e instinto, então a tal vinculação, a territorialidade e a própria violência fazem parte (e sentido) da natureza animalesca deles. Só assim eu consigo entender que eles olhem para as moçoilas sortudas e venha em suas mentes a palavra mágica: minha.
Jane,
a médica que aparece na história de modo bem interessante, é a segunda
personagem feminina que gostei. Ela tem um humor sarcástico, irônico, bem
combinando com o V.;os diálogos deles são alguns dos melhores!
Como
já disse em outras resenhas e deixei claro aqui, logo no começo, V. é meu personagem
favorito da Irmandade (sinto que o Rhevenge vai entrar nesse páreo com tudo!),
não apenas porque ele é um moreno, alto, bonito e sensual , cheio de tattoos (rs)
, mas porque, convenhamos, smart is sexy: ele é um leitor voraz (e só por isso
eu já o amaria...rs), é um nerd/geek/hacker genial e tem outras qualidades que
eu bem já sei de spoilers
*Esse moço aqui ao lado é o modelo David Ghandy, a minha (e de boa parte da internet!) representação do V.*
Sobre
a relação entre Butch e V.: nunca achei que eles ficariam juntos porque sempre
encarei a relação deles, por mais referências sensuais que a Ward desse, como
uma profunda amizade entre duas pessoas que, de fato, estavam conseguindo se
conectar pela primeira vez na vida. Inclusive, acho que essa relação foi o que
permitiu que cada um se apaixonasse por sua parceira.
Tem
uma música do Jorge Vercillo que diz “não se ofenda com meus amores de
antes. Todos tornaram-se ponte pra que eu chegasse a você”. Eu não gosto do
cantor, acho ele uma fraca imitação do Djavan, mas quando pensei nessa reflexão
acima, me veio esse trecho automaticamente.
Li
Amante Liberto num tapa, devorando as páginas e adorando a dinâmica ágil da
escrita de Ward. Há flashbacks contando a história do V. e ela conseguiu
inseri-los muito bem, de modo que eu ficava sempre querendo saber mais do
passado dele, por mais escabrosas que fossem as descrições. O tom do relacionamento
entre Jane e V. foi uma das coisas mais sensuais que já li; sem mimimi, sem
cenas açucaradas e muito, muito visuais. Muita gente não gosta do desfecho do
livro. Eu gostei. Achei coerente e bem amarrado, inclusive acho que o destino que
Ward deu aos personagens gerou algumas das cenas mais bonitas da série.
Pra
fechar a resenha, eu deixo uma pergunta: a Virgem Escriba, na sua infinita
sabedoria, não poderia ter sido mais
criteriosa nas suas escolhas?!
Um beijo e até mais!