24 junho 2014

As citações do último vídeo VIPS!

Olá pessoas tudo bem?

Como várias pessoas disseram ter gostado das citações que mencionei no último vídeo da semana VIPS, vou deixá-las aqui pra quem quiser consultar:



O mundo precisa de gente como você – disse, no seu tom que me informava que ele estava ficando filosófico. – Voce faz coisas. Nem sempre da melhor maneira, nem da mais sensata, mas as faz assim mesmo. Você é uma criatura rara”. 
O temor do sábio (Patrick Rothfuss). P. 306.

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Dirk poe, então, a musica pra tocar. Você poderia achar isso estúpido: Dirk tocando uma musica antiga de Vila Sésamo e todos nos ouvindo, de casa. Mas não é. Às vezes, quando estou estressada, volto aos meus velhos livros da Judy Blume, da época do ensino fundamental, ou a reprises de programas  aos quais eu assistia quando estava no 6º ano. Eles me lembram de quando eu era antes de minha vida ficar tão complicada. E me dão esperança de que, um dia, talvez eu consiga recuperar aquela tranquilidade”. 
Esperando por você (Susane Colasanti). P. 82.

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Nunca ninguém matou alguém por amor, isso é uma mentira dos tangos. So se mata por cobiça, por despeito ou por iveja, pode acreditar. O amor não tem nada que ver com isso”. 
O verão das bonecas mortas (Toni Hill). P. 222.

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Talvez em outro momento, em que não houvesse guerra, os homens não agiriam dessa forma, apressando a morte de um indivíduo por medo. Todos estavam assustados, todos estavam dispostos a sacrificar o individuo em nome do medo coletivo”. 
Conto O Impostor. Em: Realidades adaptadas (Phillip K. Dick). P. 113. 

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- Ouve que isso não digo a muitos: não faltarão aqueles que tentarão t esmagar debaixo das botas pelo simples prazer de eliminar em ti a virtude que neles falta. Para sobreviver, a virtude precisa ser dissimulada. SÊ o cordeiro em pele de lobo, se for o caso. Mas não te tornes algo que destetas para depois dizeres que não houve escolha. Sem há escolhas”. 
Quatro soldados (Samir Machado de Machado). P. 168.

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Os livros servem para nos lembrar quanto somos estúpidos e tolos (...) A maioria de nos não pode sair correndo por ai, falar com todo mundo, conhecer todas as cidades do mundo. Não temos tempo, dinheiro ou tatos amigos assim. As coisas que você está procurando, Montag, estão no mundo, mas a única possibilidade que o sujeito comum terá de ver noventa e nove por cento delas esta num livro”. 
Fahrenheit 451 (Ray Bradbury). P. 125.

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